quinta-feira, 22 de Maio de 2008

Douradas Pela Chuva


Não me lembro se era na "Cartilha de João de Deus" ou num dos primeiros livros da instrução primária que se lia o seguinte texto:
"A mãe dera à filhinha um belo cacho de uvas, douradas pelo sol regadas pelas chuvas".
Não me consigo lembrar se a primeira vez que li ou ouvi este texto se foi nesta forma ou se já foi pela voz do meu irmão Carlos que gostava de fazer o trocadilho e dizer: 
... regadas pelo sol e douradas pela chuva!"
Também podia ter chamado a este quadro "Cacho'Sodré"!
Era assim que o meu irmão Zé, também de tenra idade, julgava que se chamava o terminal dos comboios da linha do Estoril em Lisboa!!!
Se o Zé Faz Falta, o Carlos não fará menos!!!

PASSE A IMODÉSTIA

São poucos os anos que decorreram desde o primeiro dia a partir do qual nunca mais pude deixar de pintar.

Pintar, porque o sinto como uma missão, passou a ser compulsivo.

Porque não conheço nada, mas mesmo nada de semelhante com a minha pintura (e conheço alguma coisa) acho que tenho a "obrigação" de a divulgar... passe a imodéstia.

Dizia uma amiga minha, também pintora, como comentário à minha pintura que esta era muito... decorativa! - Ao que lhe contrapus que a considerava ainda mais "de curativa"... passe uma vez mais a imodéstia... mas isso será conversa para depois.

Por agora aqui estou!

Expondo o que a paciência, que não imaginava que tinha, me tem proporcionado pôr na tela.

Espero que gostem!

PAKUA

PAKUA
O eleito